20 outubro, 2013

Aquela era uma noite muito sombria, a água lhe caia sobre os ombros e escorria pelo seu rosto, misturando-se com as lágrimas que provinham da amargura que tomava conta de si. A única coisa que lhe restara, foi o medo do escuro, que o obrigava a acender, todas as noites, uma luminária verde, que ficava do lado da cama.

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